ago
12

Workshop Hidromel Iniciantes – Blumenau

Workshop de Hidromel – Iniciante

Objetivos:
Para quem tem interesse em iniciar seus conhecimentos na produção de hidromel.
Conhecer a origem da bebida, seus ingredientes, formas de produção. Além da troca de ideias e experiências entre os participantes.
– Definição – O que é?
– História do Hidromel – Qual sua origem?
– Equipamentos necessários para a produção de bons hidroméis
– Principais insumos – Como escolher e onde adquirir
– Formas de produção – O que é preciso saber para a fabricação da bebida
– Estilos e categorias  – Conhecer um pouco do guia de estilos e como fazer inscrição para concursos
– Degustação de hidroméis – Quem já possuir exemplares pode trazer também
Data:

25/8/2018

Horário:

Das 8:30hs às 11:30hs.
*Chegue10 minutos antes.

Local:

Senac – Av. Brasil, 610 – Ponta Aguda, Blumenau – Sala 109

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Vagas: 

25 vagas

Incluso: Degustação de Hidromel e Certificado

Palestrante:
ISADORA RIBEIRO KANDER,
Sócia da ACervA Catarinense, Cervejeira caseira desde 2010, produz Hidromel desde 2009. É Sommelier de Cervejas pela Associação Brasileira de Sommeliers/Instituto da Cerveja Brasil. Também produz kombucha e kefir.

ago
12

Química Orgânica dos Lúpulos – Itajai

Ementa: 

 – Composição química dos lúpulos (alfa ácidos, beta ácidos, óleos essenciais e flavonoides)
 – Importância dos elementos químicos aromáticos no cultivo do lúpulo.
 – Terpenos e seus aromas (mirceno, humuleno, farneseno, cariofileno, pineno e limoneno).
 – Terpenóides e seus aromas (linalol, geraniol, nerol, citronelol e 14-hidroxi-cariofileno).
 – Tióis e seus aromas (3-mercaptohexanol, 3-mercaptohexil acetato, 4MMP e outros).
 – Identificando lúpulos pela composição química.
– Técnicas de Dry Hop e de envase para preservação dos elementos aromáticos.
 – Comportamento dos Terpenos no processo produtivo da cerveja.
 – Comportamento dos Terpenóides no processo produtivo da cerveja.
 – Comportamento dos Tióis no processo produtivo cerveja.
 – Economizando com química orgânica dos lúpulos.
 – Como desenvolver uma receita mais assertiva usando a química orgânica dos lúpulos.
 – Biotransformação: o que as leveduras estão fazendo com meus lúpulos?
 – Glicosídeos: os aromas escondidos.
 – Liberando o potencial dos glicosídeos com a enzima beta-glicosidase e como produzir esta enzima em casa.

Data: 18/08/18

Hora:  das 8:30 hs às 12:30 hs

Local: Porto Malte Brew Pub – Praia Brava – Itajai – Rua Carola Coelho , 170

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Sobre o autor: 

Christian Przybylski é cervejeiro há anos e vêm ministrando cursos avançados em cerveja artesanal à distância e presenciais. É a primeira pessoa a promover cursos sobre química orgânica dos lúpulos no Brasil, assunto que se tornou sua especialidade.

ago
12

WORKSHOP – ÁGUA: A ÚLTIMA FRONTEIRA – JOINVILLE

Objetivo:
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos básicos do ajuste da água na produção de cerveja.
Ementa:
Água: A Última Fronteira
Como o tratamento adequado da água pode melhorar suas cervejas
Teoria e Prática
0. Introdução
1. Entendendo a Água
1.1 – Por que se preocupar com a água ?
1.2 – Principais Íons e suas influências
1.3 – pH, Dureza, Alcalinidade e Alcalinidade Residual
1.4 – Águas Clássicas e Águas da região
1.5 – Onde obter uma análise de água
2. Química da Mosturação
2.1 – Tipos de Malte e Acidez
2.2 – Acidez do Malte e Alcalinidade – pH da Mosturação
2.3 – Como medir o pH da Mosturação
2.3.1 – Prática – Como usar o pHmetro
2.3.2 – Fitas de medição de pH
2.4 – Prática – Observando a queda do pH para diferentes tipos de maltes
2.5 – Estimando o pH da Mosturação – Planilhas de Cálculo
2.6 – pH 5.2 Stabilizer, devo usar ?
3. Ajustando a Água
3.1 – Objetivos do ajuste da água
3.2 – Sais mais utilizados
3.3 – Ácidos e Malte Acidificado
3.4 – pH da mosturação
3.5 – Perfil Mineral – Relação Sulfato / Cloreto
3.6 – Como medir e quando adicionar os sais e ácidos
4. Prática
4.1 – Prática 1 – German Pilsner
4.2 – Prática 2 – English Strong Bitter
4.3 – Prática 3 – New England IPA
4.4 – Prática 4 – Imperial Stout
5. Resumo
6. Bibliografia
Data:

25/8/2018

Horário:

Das 13hs às 18hs.
*Chegue10 minutos antes.

Local:

Hotel Colon – Joinville –  Rua São Joaquim, 80 – Centro

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Vagas: 

40 vagas
 
Observações:
Cada participante receberá um kit de sais para elaboração de receitas
Levar:
– Notebook/ tablet com Brun Water instalado
Instrutores:
Fábio Koerich Ramos, cervejeiro caseiro desde 2008, Sommelier de Cerveja pela ABS, Juiz BJCP Certified e sócio da Armada Cervejeira.
Ronaldo Dutra Ferreira, cervejeiro caseiro desde 2010, Sommelier de Cerveja pela ABS , sócio da Cervejaria Bruxa.

ago
07

Workshop Catharina Sour – Lages

INTRODUÇÃO

  • Apresentação do palestrante
  • Alinhamento de expectativas
  • Apresentação do escopo do workshop

CONTEXTUALIZAÇÃO

  • História das sours
  • Tipos de cervejas sours
  • História da Catharina sour

SOBRE A CATHARINA SOUR

  • Definição sensorial do produto
  • Abrangência geográfica do projeto Catharina sour
  • Repercussão do projeto Catharina sour
  • Exemplos comerciais
  • Atrativos mercadológicos
  • Catharinas sours em concursos
  • Por que catharina sour e não berliner weisse?

MACRO FLUXO DE PROCESSO PRODUTIVO

  • Quais as macro etapas da produção de Catharina sour?
  • Meu equipamento é adequado?
  • Quais instrumentos e equipamentos necessários?

MÉTODO DE FABRICAÇÃO DETALHADO

  • Definição da receita base: quais insumos mais adequados?
  • Cuidados na mosturação
  • Fervura primária – por que fazer?
  • Resfriamento para faixa ótima do lactobacilos
  • Qual lactobacilos usar e como comprar?
  • Controle e cuidados na acidificação lática
  • Como realizar fervura secundária
  • Ajuste de pH inicial
  • Aeração e pitching rate adequados
  • Qual cepa de saccharomyces escolher e por que?
  • Controle da fermentação e grau final
  • Adição de fruta: qual, quanto, como e quando?
  • Importância do controle de açúcar residual da fruta

ENCERRAMENTO

  • Dicas finais
  • Esclarecimento de dúvidas
Data:
11/08/2018 – Sábado
Horário:
Das 9hs às hs às 13hs
Local:
Embaixada Bar Lages
Rua Otacilio Vieira da Costa, 227, Centro, Lages
Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Vagas: 

25 vagas
Instrutor:

IDNEY (NUNO) JOSÉ DA SILVA JR.

  • Engenheiro de Produção – Unisul 2009
  • Beer Sommelier – Instituto da Cerveja 2013
  • Pós graduando em tecnologia cervejeira – ESCM 2015
  • Docente da Escola Superior de Cerveja e Malte
  • Cervejeiro The Liffey Brew Pub
  • Um dos idealizadores do projeto Catharina Sour

ago
07

Curso Análise Sensorial – Criciúma

Objetivo do curso

O objetivo do curso é que o participante aprenda a reconhecer determinados aromas na cerveja, identificando sua origem e, assim, a causa dos defeitos porventura encontrados em suas produções. Outrossim, compreender as origens dos aromas e sabores agradáveis que espera encontrar em seu produto final. Além é claro de propiciar ao participante um embasamento teórico de como melhorar a qualidade de suas cervejas

O que é análise sensorial?

Análise sensorial é definida como “ciência usada para evocar (provocar), medir, analisar e interpretar reações às características dos alimentos e materiais como são percebidas pelos cinco sentidos: visão, olfato, gosto, tato e audição”. A avaliação sensorial é praticada diariamente, a cada vez que apreciamos algum alimento ou bebida, ou mesmo quando os estamos preparando. A análise sensorial, contudo, executada de maneira criteriosa e sistematizada, é um mecanismo valiosíssimo para verificar a qualidade do alimento ou bebida avaliado, buscando interpretar suas características positivas e seus defeitos. Quem pode fazer este curso? Como o curso é voltado à percepção de aromas em cervejas, visando à melhoria do processo, cervejeiros colherão mais benefícios, mas nada impede que os demais apreciadores da bebida tenham estes conhecimentos.

O curso irá contar com 21 parâmetros a serem analisados:

01-Acetaldeído

02-Acetato de etila

03-Acetato de isoamila

04-Acético

05-Alcalino

06-Azedo

07-Butírico

08-Clorofenol

09-DMS

10-Diacetil-1 (Butanodiona)

11-Diacetil-2 (Pentanodiona)

12-Fenólico

13-Gramíneo

14-Hexanoato de etila

15-Isovalérico

16-Mercaptano

17-Metálico

18-Papelão

19-Sulfítico

20-Tanino

21-Vanila

Carga Horária:

8 horas

Data:

11 de Agosto de 2018.

Local:

PLURAL COWORKING
Av. Santos Dumont, 1665 – São Luis, Criciúma

Horário:

09:00hs até 13:00hs e das 14:00hs às 18:00hs

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Observação:

Para melhor rendimento em qualquer análise sensorial, evite alimentos agressivos ao paladar ou ao olfato, como café, pimenta, alho, álcool, bem como fazer uso de cigarro, perfumes, loções, colônias, cremes, pós-barbas, batons, etc.

Em função das características do kit utilizado, o número de vagas é limitado à 20 participantes.

O curso apresenta teoria e prática sobre o que é análise sensorial, controle de qualidade, testes e estatística.

São realizados vários exercícios que permitem identificar off-flavours, on-flavours e taints através da perpeção dos sentidos e gostos básicos.

Finalmente é abordada uma revisão teórica com foco nos fatores importantes no processo de produção.

Curso indicado para quem deseja reconhecer aromas em cervejas, visando à melhoria do processo ou mesmo aprimorar habilidades de degustação.

Palestrante:

Daniel Sachetti Ghisland, Sommelier de Cervejas pelo ICB, Cervejeiro Caseiro desde 2009 e sócio da
Cervejaria Alcatraz de Criciúma.

jul
31

Workshop – Água: A Última Fronteira – Florianópolis

Objetivo:
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos básicos do ajuste da água na produção de cerveja.
Ementa:
Água: A Última Fronteira
Como o tratamento adequado da água pode melhorar suas cervejas
Teoria e Prática
0. Introdução
1. Entendendo a Água
1.1 – Por que se preocupar com a água ?
1.2 – Principais Íons e suas influências
1.3 – pH, Dureza, Alcalinidade e Alcalinidade Residual
1.4 – Águas Clássicas e Águas da região
1.5 – Onde obter uma análise de água
2. Química da Mosturação
2.1 – Tipos de Malte e Acidez
2.2 – Acidez do Malte e Alcalinidade – pH da Mosturação
2.3 – Como medir o pH da Mosturação
2.3.1 – Prática – Como usar o pHmetro
2.3.2 – Fitas de medição de pH
2.4 – Prática – Observando a queda do pH para diferentes tipos de maltes
2.5 – Estimando o pH da Mosturação – Planilhas de Cálculo
2.6 – pH 5.2 Stabilizer, devo usar ?
3. Ajustando a Água
3.1 – Objetivos do ajuste da água
3.2 – Sais mais utilizados
3.3 – Ácidos e Malte Acidificado
3.4 – pH da mosturação
3.5 – Perfil Mineral – Relação Sulfato / Cloreto
3.6 – Como medir e quando adicionar os sais e ácidos
4. Prática
4.1 – Prática 1 – German Pilsner
4.2 – Prática 2 – English Strong Bitter
4.3 – Prática 3 – New England IPA
4.4 – Prática 4 – Imperial Stout
5. Resumo
6. Bibliografia
Data:

18/08/2018

Horário:

Das 8hs às 13h.
*Chegue10 minutos antes.

Local:

Faculdade SENAC Prainha

Florianópolis –  Rua Silva Jardim, 360 – Centro

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Vagas: 

40 vagas
 
Observações:
Cada participante receberá um kit de sais para elaboração de receitas
Levar:
– Notebook/ tablet com Brun Water instalado
Instrutores:
Fábio Koerich Ramos, cervejeiro caseiro desde 2008, Sommelier de Cerveja pela ABS, Juiz BJCP Certified e sócio da Armada Cervejeira.
Ronaldo Dutra Ferreira, cervejeiro caseiro desde 2010, Sommelier de Cerveja pela ABS , sócio da CErvejaria Bruxa.

jul
31

Workshop Catharina Sour – Criciúma

Objetivo:
Apresentar o conceito de cervejas sours, em especial a Catharina Sour.  Bem como o passo-a-passo de como fazer uma utilizando a técnica de Kettle Sour.

Ementa:

Catharina Sour

0. Apresentação e introdução

1. Sour – Conceito e História

1.1 – O que é uma cerveja sour ?
1.2 – A histórias das sours
1.3 – Tipos de cervejas sours

2. Catharina Sour

2.1 – História da Catharina Sour
2.2 – Conceito
2.3 – X4 – Um novo estilo ?
2.4 – Definição
2.4.1 – Geral
2.4.2 – Aparência
2.4.3 – Sabor
2.4.4 – Sensação na Boca
2.4.5 – Dados técnicos
2.4.6 – Exemplos comerciais
2.4.7 – Catharina Sour em concursos

3. Como Fazer

3.1 – Materiais e insumos necessários
3.2 – Definição da Receita
3.3 – Ajuste da água
3.4 – Fluxograma de Produção
3.5 – Sacarificação
3.6 – Primeira Fervura
3.7 – Pré-Acidificação
3.8 – Inóculo
3.9 – Acidificação
3.10 – Controle do Processo
3.11 – Acompanhamento da acidificação
3.12 – Segunda fervura
3.13 – Fermentação alcoólica
3.14 – Frutas
3.14.1 – Como escolher
3.14.2 – Formas de usar
3.15 – Maturação e envase
3.16 – Degustação e Avaliação
3.17 – Off-flavors mais comuns

4. Resumo

5. Degustação

6. Referências

Data:

04 de Agosto de 2018.

Local:

SENAC Criciúma – Rua Henrique Lage, 560

Horário:

das 09:30hs às 15:30hs

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Instrutor:

Fábio Koerich Ramos, cervejeiro caseiro desde 2008, Sommelier de Cerveja pela ABS, Juiz BJCP Certified e sócio da Armada Cervejeira.

jul
29

Workshop – American Wild Ale – Joinville

Objetivo:

Apresentar sobre o recente estilo de cerveja American Wild Ale inserido no guia de estilos BJCP versão 2015.

Dinâmica:

Apresentação didática do estilo de cerveja American Wild Ale e seus sub estilos, técnicas de produção, técnicas de fermentação, técnicas de maturação, blends e off flavors

Ementa:

– Apresentação e introdução

-American Wild Ale – Visão geral

2.Brett Beer

2.1 – Introdução ao Estilo

2.2 – Formas de Colocar Brett na Cerveja – Intencionalmente :]

2.3 – Tipos de estilos que combinam com Brett Beer – Exemplos Comerciais

2.4 – Por que usar Brett?

2.5 – Como fazer cervejas no Estilo Brett Beers

2.6 – Tipos de Brettanomyces Disponíveis para produção de Brett Beers

3. Mixed-Fermentation Sour Beer

3.1 – Introdução ao Estilo

3.2 – Tipos de estilos que combinam com Mixed-Fermentation Sour Beer – Exemplos Comerciais

3.3 – Como fazer cervejas no Estilo Mixed-Fermentation Sour Beer

3.4 – Bactérias + Brettanomyces

3.5 – Tipos de Bactérias Disponíveis para produção de Mixed Fermented Beers

4. Wild Specialty Beer

4.1 – Introdução ao Estilo

4.2 – Tipos de estilos que combinam com Wild Specialty Beer – Exemplos Comerciais

4.3 – Melhores Práticas de usar Frutas / Especiarias/ Madeira neste Estilo

4.4 – Criando complexidade: Blend !

Tópicos Comuns a Cervejas Acidas.

5. Off Flavors na produção de Sours

5.1 – Comuns

5.2 – “Avançados”

6. Limitações do Guia de Estilo

7. Maturação e Envase

8. Considerações finais

8.1. Referências     

Data:

17 de Agosto de 2018.

Local:

Rua São Joaquim, 80 – Centro, Joinville –  Hotel Colon Palace

Horário:

19hs as 22hs30

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Instrutor:

Gean Carlo Vila Lobus, Analista de Sistemas por Profissão e cervejeiro por paixão. Produtor de cerveja caseira desde
2011, sócio proprietário da cervejaria Locomotive de Rio Negrinho – Santa Catarina, Juiz do BJCP, Cicerone CBS,
Medalhista de concursos de Cerveja Caseira em Santa Catarina e no Sul Brasileiro, vencedor do Best of Show do
Catarinense de 2015 e premiado como Cervejeiro Catarinense do Ano.

jul
23

Curso envelhecimento em madeira – Itajaí

A ementa do curso aborda os seguintes aspectos:
  • História da cerveja
  • Estilos de cervejas com madeira
  • Utilização de barris
  • Tipos de madeira e resultado esperado
  • Alternativas ao uso de barril
  • Maturação e blends
  • Outras técnicas
  • Utilização de ingredientes especiais
  • Degustação de cervejas do estilo: 2 tipos
  • Avaliação de amostras de madeira e ingredientes especiais para utilizar na maturação
  • Tendências de mercado
Data:
28/07/2018 das 08:30 às 12:30 hrs
Local:
Cervejaria Green Coast R. Marcos Albino 4850- Distrito Rio do Meio, Itajaí – SC
Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Vagas:

20 vagas
Palestrante:
Prof. Charles Ristow

Analista de Negócios/Sistemas – MBA em Gestão de Projetos

Tecnologia e Prática Cervejeira – SENAI/Vassouras

Sommelier de Cervejas – ICB ABS-SP

BJCP Certified Judge

Professor na ESCM

Sócio e cervejeiro da Cervejaria Belgard

jul
20

Workshop – American Wild Ale – Tubarão

Objetivo:

Apresentar sobre o recente estilo de cerveja American Wild Ale inserido no guia de estilos BJCP versão 2015.

Dinâmica:

Apresentação didática do estilo de cerveja American Wild Ale e seus sub estilos, técnicas de produção, técnicas de fermentação, técnicas de maturação, blends e off flavors

Ementa:

– Apresentação e introdução

-American Wild Ale – Visão geral

2.Brett Beer

2.1 – Introdução ao Estilo

2.2 – Formas de Colocar Brett na Cerveja – Intencionalmente :]

2.3 – Tipos de estilos que combinam com Brett Beer – Exemplos Comerciais

2.4 – Por que usar Brett?

2.5 – Como fazer cervejas no Estilo Brett Beers

2.6 – Tipos de Brettanomyces Disponíveis para produção de Brett Beers

3. Mixed-Fermentation Sour Beer

3.1 – Introdução ao Estilo

3.2 – Tipos de estilos que combinam com Mixed-Fermentation Sour Beer – Exemplos Comerciais

3.3 – Como fazer cervejas no Estilo Mixed-Fermentation Sour Beer

3.4 – Bactérias + Brettanomyces

3.5 – Tipos de Bactérias Disponíveis para produção de Mixed Fermented Beers

4. Wild Specialty Beer

4.1 – Introdução ao Estilo

4.2 – Tipos de estilos que combinam com Wild Specialty Beer – Exemplos Comerciais

4.3 – Melhores Práticas de usar Frutas / Especiarias/ Madeira neste Estilo

4.4 – Criando complexidade: Blend !

Tópicos Comuns a Cervejas Acidas.

5. Off Flavors na produção de Sours

5.1 – Comuns

5.2 – “Avançados”

6. Limitações do Guia de Estilo

7. Maturação e Envase

8. Considerações finais

8.1. Referências     

Carga Horária:

4 horas

Data:

18 de Agosto de 2018.

Local:

Maltados Chope Pra Levar, Av. Pedro Zapelini, 1450, Centro, Tubarão.

Horário:

13hs00 as 17hs00

Valor:

R$ 30,00 para sócios e R$ 150,00 para não-sócios – Para obter o desconto de sócio precisa fazer login na loja.

Para comprar entre na Loja Virtual da ACERVA

IMPORTANTE: OS INGRESSOS COM VALOR PARA ASSOCIADO SÃO PARA USO EXCLUSIVO DOS ASSOCIADOS. NÃO É PERMITIDO QUE SEJA REPASSADO PARA NÃO ASSOCIADOS SEM AS DEVIDAS CORREÇÕES DE VALORES.

Instrutor:
Gean Carlo Vila Lobus, Analista de Sistemas por Profissão e cervejeiro por paixão. Produtor de cerveja caseira desde
2011, sócio proprietário da cervejaria Locomotive de Rio Negrinho – Santa Catarina, Juiz do BJCP, Cicerone CBS,
Medalhista de concursos de Cerveja Caseira em Santa Catarina e no Sul Brasileiro, vencedor do Best of Show do
Catarinense de 2015 e premiado como Cervejeiro Catarinense do Ano.

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